Voz doce transmite empatia

janeiro 27, 2011 às 7:36 pm | Publicado em Notícias | Deixe um comentário
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Do Portal Mente & Cérebro

O modo de falar de cada pessoa tem musicalidade, e essa variação de tom e ritmo, conhecida como prosódia, transmite emoções. Um estudo realizado por cientistas da Universidade do Sul da Califórnia sugere que pessoas com modo de falar mais doce e melodioso estão predispostas à empatia. Por meio de exames de ressonância magnética funcional, os pesquisadores mediram a atividade cerebral de voluntários enquanto falavam ou ouviam vozes com entonações de felicidade, tristeza, interrogação ou neutralidade. Assim descobriram que a área de Broca, que funciona como centro da fala no cérebro, era ativada quando o voluntário ouvia ou falava algo com entonação animada. Participantes com nível mais alto de atividade nessas áreas apresentavam maior empatia.

Ao contrário do que ocorre com a gramática, a semântica e outras propriedades do idioma, a prosódia é universal entre as culturas e espécies. “Animais de estimação, por exemplo, entendem comandos pela entonação da voz, não pelas palavras em si”, observa a neurocientista Liza Aziz-Zadeh, principal autora do estudo. A pesquisadora explica ainda que a prosódia é essencial para a comunicação social.

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Conflito entre corpo e alma

dezembro 2, 2010 às 12:14 pm | Publicado em Notícias | Deixe um comentário
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Percepção e emoções femininas estão menos de acordo com as reações fisiológicas do que as masculinas

Do portal Mente & Cérebro

Óleo sobre tela de Delphin Enjoiras (1857 – 1945)

Os seres humanos respondem a estímulos sexuais em diversos níveis. Fisicamente, a circulação sanguínea nos genitais aumenta; mentalmente, imagens, sons ou cheiros excitantes atraem nossa atenção e estimulam fantasias. Nas mulheres, porém, esses dois níveis não são tão claros quanto nos homens, relatam pesquisadores coordenados pela psicóloga Meredith Chivers, da Universidade Queen, em Kingston, no Canadá. Para chegar a essa conclusão, o grupo analisou 134 estudos realizados nas três últimas décadas que tratavam do efeito de estímulos eróticos. Nesses experimentos, os cientistas registraram a excitação sexual subjetiva e mediram alterações psicológicas. Meredith e seus colegas tiveram acesso a informações de 2.500 mulheres e 1.900 homens. Essa análise mostrou que em participantes do sexo masculino percepção e emoções estavam mais de acordo com as reações fisiológicas do que nas mulheres. Somente estavam em jogo estímulos variados e em grande quantidade – como vídeos, sons e a participação imaginária das próprias fantasias eróticas – era possível coincidir a excitação declarada pelas mulheres com medidas objetivas.

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