Dependência Química no Fórum de Debates

maio 5, 2011 às 5:46 pm | Publicado em Fórum de Debates | 1 Comentário
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Data: 09/05/2011 – das 19h às 21h – Segunda-feira

A Sociedade Paulista de Psicanálise promove mensalmente o “Fórum de Debates” com temas diversos e atuais com o intuito de trazer à tona reflexões sobre questões cotidianas. No debate deste mês, Dependência Química, o objetivo é identificar:

• As drogas e seu contexto sócio-histórico

• Classificação e tipos de substâncias

• Critérios e definições de uso, abuso e dependência

• Psicodinâmica da dependência química – variáveis neurológicas e psíquicas

• A dependência nos mitos e histórias clássicas

• Alternativas de tratamento na vertente psicodinâmica e psicanalítica

• Apresentação de caso

Coordenação: Vera Lucia Muller Ando

Apresentação: Walter Mattos, Psicólogo clínico e organizacional; Consultor de negócios. Formado em Engenharia (CREA 195.888) e Psicologia (CRP 06/89198), com pós-graduação em Marketing pela ESPM e MBA pela Business School São Paulo e Universidade de Toronto. Especialista em farmacodependências pela Escola Paulista de Medicina e membro do PROAD, Programa de Orientação e Atendimento a Dependências da UNIFESP, empresa com atuação em pesquisas de mercado, gestão humana e desenvolvimento de negócios. Atua como voluntário nas ONG’s Associação Maria Helen Drexel, de menores acolhidos, e GAASP, Grupo de Apoio à Adoção de São Paulo. Coordenador Técnico/Terapêutico do Grupo “Mulheres de Atitude”. Membro do Núcleo de Integração- Psicologia Analítica, Psiquiatria e Neurociências da SBPA. Docente convidado da Sociedade Paulista de Estudos e Aprofundamentos em Psicanálise.

Investimento: R$15,00 para associados e R$30,00 para não associados.

Dirigido ao público em geral

Inscrições: antecipadas na secretária com Beti.

De 2ª a 5ª, das 14h30 às 20h30.

Local: Sociedade Paulista de Psicanálise – Rua: Humberto I, 295 – Vila Mariana – Tel.: 5539-6799 – sppsic4@terra.com.br

Vagas Limitadas

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Voz doce transmite empatia

janeiro 27, 2011 às 7:36 pm | Publicado em Notícias | Deixe um comentário
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Do Portal Mente & Cérebro

O modo de falar de cada pessoa tem musicalidade, e essa variação de tom e ritmo, conhecida como prosódia, transmite emoções. Um estudo realizado por cientistas da Universidade do Sul da Califórnia sugere que pessoas com modo de falar mais doce e melodioso estão predispostas à empatia. Por meio de exames de ressonância magnética funcional, os pesquisadores mediram a atividade cerebral de voluntários enquanto falavam ou ouviam vozes com entonações de felicidade, tristeza, interrogação ou neutralidade. Assim descobriram que a área de Broca, que funciona como centro da fala no cérebro, era ativada quando o voluntário ouvia ou falava algo com entonação animada. Participantes com nível mais alto de atividade nessas áreas apresentavam maior empatia.

Ao contrário do que ocorre com a gramática, a semântica e outras propriedades do idioma, a prosódia é universal entre as culturas e espécies. “Animais de estimação, por exemplo, entendem comandos pela entonação da voz, não pelas palavras em si”, observa a neurocientista Liza Aziz-Zadeh, principal autora do estudo. A pesquisadora explica ainda que a prosódia é essencial para a comunicação social.

O papel do vínculo entre mãe e bebê

novembro 8, 2010 às 1:38 pm | Publicado em Notícias | Deixe um comentário
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Da revista Mente & Cérebro

A forte ligação emocional entre mães e filhos aumenta a vontade infantil de explorar o mundo – um efeito também observado no reino animal. Quanto mais seguros nos sentimos em relação à figura materna, mais propensos estamos a viver novas experiências e a correr riscos. Agora os pesquisadores descobriram que esse efeito se reflete também na vida adulta: uma lembrança do toque materno ou do som de sua voz é suficiente para mudar o humor das pessoas, afetando até a tomada de decisões. A conclusão do estudo desenvolvido na Universidade de Colúmbia pelo administrador Jonathan Levav, professor de administração, foi publicada na Psychological Science. Um grupo de estudantes de administração de empresas teve de escolher entre apostas seguras – títulos com 4% de retorno anual – e jogos arriscados, como investimentos na bolsa, por exemplo. Na metade dos casos, os pesquisadores tocavam levemente no ombro dos voluntários antes de dar as instruções. Os estudantes de ambos os sexos tocados por uma pesquisadora tiveram maior propensão a fazer apostas de risco do que aqueles confortados por um homem. “O toque feminino pode ter despertado associações primárias, inspirando a mesma atitude observada em crianças pequenas com mães que as apoiam”, explica o autor principal do estudo.

Para confirmar que um toque de uma mulher remete a sentimentos de segurança, os pesquisadores pediram a outro grupo para tomar decisões financeiras após um exercício no qual metade deles escreveu sobre uma época em que se sentiam seguros e apoiados, enquanto a outra parte abordou justamente o oposto. Evocar uma sensação de insegurança deixou os voluntários do segundo grupo especialmente receptivos ao contato das pesquisadoras e mais dispostos a correr riscos.

No entanto, o toque não é a única fonte de conforto maternal. Em outro estudo, pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison “estressaram” um grupo de meninas entre 7 a 12 anos com exercícios de matemática e oratória. Logo depois, reuniram algumas com suas mães e às outras ofereceram apenas uma ligação telefônica. As garotas que apenas falaram com as mães liberaram tanta ocitocina, o hormônio dos vínculos sociais, quanto as que puderam abraçá-las. Os dois grupos tiveram níveis igualmente baixos de cortisol, o hormônio do estresse, o que pode explicar por que tantas pessoas ligam para a mãe quando estão tristes.

Olivan Liger na SPP

outubro 20, 2010 às 5:38 pm | Publicado em Grupo de Estudos | Deixe um comentário
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O professor e psicanalista Olivan Liger de Oliveira, diretor científico do Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo (Sinpesp), ministrou aula na Sociedade Paulista de Psicanálise (SPP) na última segunda-feira (18/10). Perante os alunos que fazem parte do Grupo de Estudo da Obra de Freud, Olivan falou sobre o livro “Projeto para uma psicologia científica”.

Conectando as ideias de Freud apresentadas nesta obra, escrita em 1895, com os conceitos modernos da neurociência, o psicanalista fez um paralelo histórico, mostrando a importância do trabalho intuitivo de Freud no fim do século XIX. Muitas das teorias de Freud apresentadas no projeto serviram como base e início das investigações que levaram aos conhecimentos de hoje da neurociência.

Muito elogiado pelos alunos ao final da aula, o professor também apresentou seu livro: “Um Olhar Psicanalítico Sobre a Contemporaneidade e suas Emergências”, da editora carioca Livre Expressão, que tem por objetivo correlacionar alguns conceitos psicanalíticos com estudos neurocientíficos junto à carência de obras específicas e direcionadas à formação psicanalítica no Brasil.

A aula de Olivan demonstra a determinação da Sociedade Paulista de Psicanálise em se aproximar do Sinpesp e se fortalecer no meio psicanalítico. Com uma reforma no currículo, aumento de carga horária e a ampliação do corpo docente, a sociedade passa por um momento de constantes melhorias de sua estrutura.

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